<>

Pesquisar no website

Esta pesquisa é efectuada pelo Google e utiliza software proprietário.

Debates Eleitorais 2026: Catarina Martins V.S. Jorge Pinto

Assinaturas

Para verificar uma assinatura é necessário a mensagem, a assinatura digital e as chaves públicas dos assinantes. Esta tabela mostra algumas informações sobre os assinantes, as suas chaves públicas e as suas assinaturas.

Assinante Função Fingerprint Válido Commiter Mais Informações

Ver perfil
Autor 0xf28051334338f021

Erros

Informações

Data da assinatura
Data de expiração
Chave confiável
Data de criação
Tempo de leitura estimado
~ 2 minutos (palavras: 229)

De um lado Donald Trump, do outro lado Vladimir Putin, e dos outros lados todas as outras potências imperialistas, como a China, tentam, definir daquilo que é o futuro da Europa e do mundo. Estamos a ver uma crise de ordem, não é só o proletariado europeu que está ameaçado pelos conflitos imperiais. A crise de ordem vai dividir de forma diferente o mundo entre as potências dominantes; por isso, é garantido que a União Europeia vai mudar, não signifique que acabe. Também não é bem pôr a culpa somente em duas pessoas. Isto é o funcionamento normal do capitalismo, o sistema que a União Europeia participa, e que Pinto defende. Esta ideia de estado social, incluindo esta ideia de um SNS, de uma habitação pública dependem também da luta de classes, que vai se intensificar com esses líderes autoritários. O projeto europeu tem que ser socialista internacional, precisa de democratização das instituições (bottom-up) e não de privatizações que favorece o capital. Não pode andar em guerras como as que nós vemos. Senão é um projeto condenado

A Europa tem uma burguesia, e um proletariado. A UE, hoje serve a burguesia. Pinto quer uma Comunidade Europeia de Defesa. “Defesa”. Só se for a defesa dos interesses do capital dessa burguesia. É a continuação do projeto europeu imperialista, que Catarina Martins também diz defender. Os trabalhadores não querem guerras.