Viva abril!
Freedom cannot be achieved unless the women have been emancipated from all
forms of oppression.
Tradução: A liberdade não pode ser alcançada a menos que as mulheres tenham sido
emancipadas de todas as formas de opressão.
Freedom cannot be achieved unless the women have been emancipated from all
forms of oppression.
Tradução: A liberdade não pode ser alcançada a menos que as mulheres tenham sido
emancipadas de todas as formas de opressão.
Um pouco na mesma linha de pensamento sobre abril, maio não é para festejar se for para celebrar uma constituição e democracia burguesa.
Além disso, não é dia de defender a “paz” democrática, humanista e pacifista contra-revolucionária ao invés de, sim, ser contra a guerra burguesa, mas a favor da revolução que vai negar as classes (a burguesia e o proletariado), o valor de troca, os Estados.
Imagino que o tópico principal em Portugal vai ser o “pacote laboral”. Ele é para cair. Mas também é dia de lutar contra a Lei do Trabalho que já está em vigor, por exemplo. Da forma como já existe, está favor da classe dominante. Sei que pode ser complicado para quem defende a colaboração de classes, já que abolir a Lei do Trabalho é um ataque à vossa pequena-burguesia, parte do povo. Bom.
Crítica do 25 de Abril de 1974 e as suas celebrações a partir da luta de classes, da descolonização e da recomposição da ordem burguesa em Portugal.
O que realmente se celebra quando se celebra abril?
Dia Nacional do Estudante em Portugal: da luta histórica contra o Estado Novo.
Hoje, a luta contínua, contra o reformismo burguês (social-democracia) que tem os seus limites no que toca a propinas, bolsas e ação social, RJIES, e alojamento (PNAES); contra a colaboração de classes; com o dilema das políticas prefigurativas, que pode ser respondido quando pensamos em infraestrutura–superstrutura.
A educação não é e não pode ser neutra.
Sobre o verdadeiro significado do Dia Internacional das Mulheres Trabalhadoras: da greve iniciada pelas mulheres trabalhadoras de 1917 em São Petersburgo à luta internacionalista atual contra a guerra, o patriarcado e o capitalismo.
Análise de "Que Fazer?" de Lénine, abordando economismo, vanguarda e partido, consciência de classe e consciência política, organização partidária, clandestinidade, o jornal, alianças e frente unida e popular, no contexto do Império Russo e da atualidade.
Uma análise da abstenção eleitoral a partir da experiência militante, de dados empíricos e da crítica ao parlamentarismo como ele existe hoje.
Porque quem mais sofre com o capitalismo é quem menos acredita no voto.
Votar não vai acabar com o fascismo.
Análise crítica do debate entre todos os candidatos presidenciais na RTP.
Perspectiva sobre as posições dos candidatos sobre Venezuela, imperialismo, imigração e luta de classes.
As alterações ao SSM são um ataque aos trabalhadores e nada tem de "justiça social". É pura austeridade e exploração dos trabalhadores enquanto quem ganha são os donos das companhias aéreas.
Uma assinatura a uma petição é o mínimo que podemos fazer. É necessária a luta coletiva dos trabalhadores a nível global contra o capitalismo faz de necessidades mercadorias para lucro.
«O Ministro da Educação afirma que quando um serviço público é usado só por pessoas de rendimentos mais baixos, se estraga.»
Uma análise do que levou à greve geral, mostrando que o ataque não vem só da burguesia portuguesa, mas sim dos imperialistas europeus.
Como classe precisamos de nos unir internacionalmente contra todos os imperialismos.
Uma crítica ao patriarcado e as estruturas que permitem opressão no mundo.
Violência de género não tem bordas. É necessário uma intervenção coletiva e internacionalista.