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  • Debates Eleitorais 2026: Luís Marques Mendes V.S. André Ventura

    JT
    · (há 2 trim.)
    pt-PT

    «Hoje era um dia de rosas brancas e não de cravos vermelhos»

    Tive que procurar a que ela se referia. Encontrei isto. Fico sem palavras. Parece que querem até diminuir o significado que o cravo tem para Portugal.

    Mendes diz que «ambas as datas […] são importantes» e que «o 25 de novembro […] evitou que Portugal caísse numa ditadura de esquerda». Os únicos que devem temer uma ditadura do proletariado são aqueles que exploram o proletariado. Está a criar medo a quem não entende o conceito de ditadura do proletariado. «Nos devolveu […] a pureza dos ideais de abril», mentira, os ideais de abril são revolucionários. «Eu acho que André Ventura comemora o 25 de novembro porque não gosta do 25 de abril», verdade, mas tu comemoras o 25 de abril porque permitiu, infelizmente, o 25 de novembro, que não é data para se comemorar, e que só é importante para as forças reacionárias.

    Ventura chora que tinham cravos no parlamento. Eu choro que têm o Chega no parlamento. Ventura a falar de «regras e ordem» lol. O gajo que quer impunidade e privilégio para as elites estilo Salazar. O legado do 25 de abril para Ventura foram as «expropriações, pessoas que perderam tudo» e «a vergonhosa independência das colónias». Mostra como está do lado dos capitalistas e latifundiários que usavam aquilo que perderam para explorar o Homem. Depois diz que as antigas colónias não têm o direito de nos insultar pelo colonialismo e racismo, por Portugal os ter explorado na altura, e depois quando finalmente conseguiram libertar-se, Portugal ajudou a implementar os sistemas parlamentaristas neocoloniais neoliberais atuais que «hoje estamos a ver o que é que deu». «O 25 de novembro não é a garantia de que a liberdade se efetivou».

    Lá tive que ir eu à procura do que é que o presidente de Angola disse de mal sobre Portugal. Encontrei, e adivinhem, ele disse verdades:

    «Mal tínhamos acabado de vencer o colonialismo português que nos oprimiu e escravizou durante séculos, …»

    «São passados 50 anos desde que, como resultado da nossa luta, deixámos para trás 500 anos de colonização, escravatura e humilhação.»

    E foi isto que picou o André Ventura.

    Ventura não ama este país. Ele está a se cagar para os ex-combatentes. «Defender Portugal até ao fim» nada. O que ele defende são os interesses da exploração capitalista, tanto durante o colonialismo, como agora com o imperialismo e neocolonialismo, o qual é o que gera os “corruptos” nesses países de que ele fala mal, mas que a classe que ele defende é quem ganha com isso.

    Ventura chama Fidel Castro de ditador. Mentira, ele não era nenhum autocrata que ignorava as massas e só pensava em explorar a riqueza das colónias como o Salazar.

    Ventura diz assim, «eu vou levar o nome de Portugal a outro nível»:

    1. «Nós não nos ajoelhamos perante ninguém nem temos vergonha da nossa história», mas está sempre a lamber as botas dos capitalistas que apoia ao mesmo tempo que parece ter vergonha da história do 25 de abril 1974;
    2. «Eu se tiver que escolher alguém escolho os portugueses», mas só vai escolher os “do bem”, os ricos;
    3. «Eu não desonro a memória de Portugal», 🧢.

    Ventura trai a maioria dos portugueses.

    Mendes deu uma boa resposta. Romantiza o fascismo, mas o fascismo permite a corrupção de que tanto diz-se opor.

    Ventura usa o General Ramalho Eanes como um bom exemplo de presidente. O gajo que com Spínola pertenciam à parte da MFA que queriam uma transição controlada de descolonização para permitir neocolonialismo, e que já a pensar na entrada para a NATO, fizeram o 25 de novembro de 1975.

    «Quem andou a roubar tem que ficar sem o património». Ainda há pouco não foi isso que deu a intender quando defendia o colonialismo.

    «Não me venham pedir para olhar para 100 anos para trás» diz o gajo que mais atrás no tempo vai buscar os seus exemplos.

    Sobre a exibição na Gulbenkian. Penso que é disto que ele fala. Não tenho muita informação sobre a exibição, mas ele nega claramente a exploração e colonialismo que Portugal fez no Brasil.

    André Ventura, a culpa foi nossa, e continua a ser nossa. “Se não fazes parte da solução, fazes parte do problema”.

    Onde é que encontro essa sondagem de que Ventura falou? Só encontro isto que parece um projeto de escola e isto que me levou a isto, o jornal do Chega. E depois de todas as mentiras que o gajo defende, não dá para achar que isto seja real.

    «Eu sou o candidato dos portugueses que estão fartos de pagar os outros»

    Mentira, porque está do lado dos capitalistas que exploram os trabalhadores.

    «Todos já tivemos questões com a justiça»

    Não nos incluas.

    «O senhor não que combater a corrupção mais do que eu.»

    Caraças, move on, já sabemos que os dois, por defenderem o capitalismo e a propriedade privada, vão ser influenciados pelo capital e criar leis que beneficiam essa minoria, e que dessa corrupção não querem saber.

    O André Ventura a fingir que não fazia parte do PSD no meio dos 50 anos de roubo de malas de dinheiro.

    Foram pelo menos 15 minutos só a ouvir porcaria.

  • Debates Eleitorais 2026: Jorge Pinto V.S. João Cortim de Figueiredo

    JT
    · (há 2 trim.)
    pt-PT

    Como Pinto disse, também não entendo como um gajo separa o bem-estar humano com a proteção do meio ambiente. Aonde é que estamos a habitar afinal?

    Cortim só se vai interessar com a proteção ambiental quando esta lhe favorecer a sua carteira.

    «Quem é que cria os empregos?»

    Sim, porque se não existisse o dono da padaria, a profissão de padeiro nunca na vida iria existir? Os patrões são mesmo sábios, criadores das profissões todas, tipo divindades.

  • Debates Eleitorais 2026: Catarina Martins V.S. Henrique Gouveia e Melo

    JT
    · (há 2 trim.)
    pt-PT

    Melo tenta usar ML como um insulto.

    Melo é pela propriedade privada, pela exploração do Homem pelo Homem.

    Melo quer conhecer os fascistas. Ele claramente não quer saber de «perigo para a democracia» nenhum.

    «Não são os particulares que têm de resolver o problema.»

    Pois. Eles são o problema.

    A habitação nos países realmente socialistas provavelmente era melhor do que a situação atual em Portugal e no mundo. Os «sistemas que já foram testados, com maus resultados». Deve estar a referir-se ao capitalismo, porque existem pessoas a dormir na rua.

    «Mas que eu saiba, não há nenhuma guerra», disse Gouveia e Melo. Existem várias, e a NATO e a UE fazem parte do problema:

    • Palestina;
    • Sudão;
    • Ucrânia;

    Se “não há nenhuma guerra”, pensemos pelo menos como o Chanceler da Alemanha: «Não estamos em guerra, mas não estamos mais em paz».

    E não vão ser mais armas a trazer a paz. Os países da NATO na Europa têm 3 vezes os gastos da Rússia (país em guerra) em despesas militares.

  • Debates Eleitorais 2026: Henrique Gouveia e Melo V.S. João Cortim de Figueiredo

    JT
    · (há 2 trim.)
    pt-PT

    Cortim, mais um autoritário, mas neoliberal.

    Henrique Gouveia e Melo é social democrata, e não um “apolítico”.

    Cortim diz que o novo pacote laboral «é favorável a ambos», trabalhadores e empresas. Deve ser exatamente por isso que os trabalhadores convocaram uma greve geral. Mas o pacote laboral serve para «preparar […] para uma realidade que vai ser bastante diferente nos anos vindouros». E os anos agora? Tem pessoas a dormir na rua. A nova legislação laboral vai «criar empregos», empregos precários. A única flexibilidade que o Cortim defende do novo pacote é a flexibilidade da exploração. O outro não quis dar a entender se apoiava a mesma flexibilidade. Vou interpertar como um “sim, eu apoio”.

    «Eu saberei resistir a todas e quaisquer pressões que me façam desviar ou que me queiram fazer desviar do interesse supremo dos portugueses».

    Foi o que o Cortim disse no início. Porém, Cortim está a favor de mandar pessoas para matar e serem mortas, não resistindo às pressões imperialistas da NATO.

    O outro, se está a favor, ninguém sabe, mas imagina-se…

  • Debates Eleitorais 2026: António Filipe V.S. Luís Marques Mendes (25 de novembro 1975)

    JT
    · (há 2 trim.)
    pt-PT

    O que eu entendo é que tratam o 25 de novembro como se tivesse sido apenas uma derrota para o PCP, mas na realidade quem saiu a perder foi o povo, e a culpa foi do PCP porque preferiram preservar a legalidade do partido para poder de certa forma controlar o proletariado. Por isso claro que o PCP não vai celebrar essa data.

    Mas a celebração na mesma é problemática. Foi quando o poder passou para o parlamento burguês, seguido de pedidos de empréstimos ao FMI, entrada na CEE (UE) e NATO.

    «Foi uma data que evitou que Portugal tivesse saído de uma ditadura, não caísse numa ditadura de sinal contrário»

    Não comparem fascismo com uma ditadura do proletariado!

    E também não comparem o 25 de abril com o 25 de novembro, não são as duas «igualmente importante».

    «Os ideais do 25 de abril» são revolucionários, não uma democracia burguesa nacionalista.

  • Debates Eleitorais 2026: António Filipe V.S. Luís Marques Mendes

    JT
    · (há 2 trim.)
    pt-PT

    Marques Mendes quer manter a estabilidade com pessoas a dormir na rua.

    «Os portugueses gostam da democracia», mas não é desta: 40% de abstenção. A liberdade de escolha entre público mal financiado e o privado que não dá para pagar?

    A linda contradição de acabar a guerra com «um reforço» para a guerra (NATO).

    A história do agressor e o agredido. Só condenam o agressor e falam das leis internacionais que lhes interessa. Para outras guerras eles não têm pressa para dizer quem é quem.


    Primeiras impressões sobre a representação do partido comunista:

    • Ser comunista, mas «nada contra a propriedade privada»;
    • Ser comunista, mas defender os interesses nacionais ao invés dos interesses internacionais, esqueceram-se de que a classe trabalhadora não têm um estado;
    • Devia deixar ainda mais claro que está no lado de todos os trabalhadores (ucranianos, russos ou outros) que estão a ser afetados pela guerra, e que está contra todas as forças imperialistas envolvidas: os oligarcas russos, a NATO e a UE, e a burguesia ucraniana. Que entre Putin e Zelensky, condena os dois.
  • Debates Eleitorais 2026: António José Seguro V.S. André Ventura

    JT
    · (há 2 trim.)
    pt-PT

    O Ventura é contra o sindicalismo. Mas é claro. Eles têm medo de quando não conseguem ter autoridade sobre quem está por baixo e quando quem está por baixo é que toma as decisões.

    O Ventura quer compensar quem perde com a greve, que são principalmente os patrões.

    Quer que o presidente tenha mais poderes. A caminho da ditadura, como na altura de Américo Tomás, o fascista, colonizador. Ele quer autoritarismo. Já era de esperar do líder dos conservadores fascistas.

    • Partido de esquerda = União Soviética;
    • Xenofobia: «imigrantes são bandidos»;
    • «Vou ser presidente dos portugueses do bem».

    Irónico a comparação com a União Soviética como um insulto seguido do desejo por um estado com o que teve de pior na URSS: autoritarismo, burocracia, menos democrático e o controlo opressivo do estado.


    Sobre o Seguro, mostra-se contra o pacote laboral, mas o PS deixou passar o OE.

  • Só podem estar no gozo!

    · (há 2 trim.)
    pt-PT

    Decidem fazer greve geral só depois do Orçamento de Estado já estar aprovado basicamente, e depois do dia 27 de novembro.

    “Vamos parar tudo por 1 dia, amanhã voltamos a ser explorados”.

    “Melhores salários” sim, mas o capitalista continua com mais-valia. “Mais direitos” sim, mas faltou a parte de dar poder ao trabalhador e tirar o poder dos capitalistas.

    Dia 11 de dezembro, uma sexta-feira. Podiam ter escolhido véspera de Natal ou final do ano civil (já que é para ser para depois da aprovação do orçamento) que chamava mais a atenção, penso eu, e teria mais impacto.

    Depois é claro que têm pessoas que se abstém, vêm que não vai mudar o sistema e vão continuar na mesma.

    E ainda acabaram em grande, “A Internacional” seguido d‘“A Portuguesa”. A contradição.