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Blogue – class-struggle

  1. Abolir o trabalho

    O proletariado não tem nação.
    Luta de classes: revolução.

    Rearmamento e militarismo: esta é a Europa do capital, do europeísmo; um beco sem saída. Vamos unir os proletários de todo o mundo!

    Entre os trabalhadores, ninguém é estrangeiro.
    A nossa pátria é o mundo inteiro.

    Contra as guerras do capital: luta de classes internacional.

    Jovens — ucranianos e russos, árabes e israelitas, etc., etc. —, larguem as armas e deem as mãos.

    Contra a guerra: revolução.

    Partidos fraudulentos, servos dos patrões.
    Proletários em primeiro, sem distinções.

    Contra a opressão e o nacionalismo: luta de classes pelo comunismo.

    Imigrante ou cidadão, pelo proletariado: tirem as mãos dos assalariados.

    Raça, nação, religião: tudo falsa distinção.


    3 de junho tem greve geral. É para reivindicar muito mais do que aquilo que a CGTP-IN reivindica.

  2. Vamos seguir a mesma lógica

    Um pouco na mesma linha de pensamento sobre abril, maio não é para festejar se for para celebrar uma constituição e democracia burguesa.

    Além disso, não é dia de defender a “paz” democrática, humanista e pacifista contra-revolucionária ao invés de, sim, ser contra a guerra burguesa, mas a favor da revolução que vai negar as classes (a burguesia e o proletariado), o valor de troca, os Estados.

    Imagino que o tópico principal em Portugal vai ser o “pacote laboral”. Ele é para cair. Mas também é dia de lutar contra a Lei do Trabalho que já está em vigor, por exemplo. Da forma como já existe, está favor da classe dominante. Sei que pode ser complicado para quem defende a colaboração de classes, já que abolir a Lei do Trabalho é um ataque à vossa pequena-burguesia, parte do povo. Bom.

  3. Dia Nacional (Portugal) do Estudante

    Dia Nacional do Estudante em Portugal: da luta histórica contra o Estado Novo.

    Hoje, a luta contínua, contra o reformismo burguês (social-democracia) que tem os seus limites no que toca a propinas, bolsas e ação social, RJIES, e alojamento (PNAES); contra a colaboração de classes; com o dilema das políticas prefigurativas, que pode ser respondido quando pensamos em infraestrutura–superstrutura.

    A educação não é e não pode ser neutra.

  4. Só podem estar no gozo!

    Decidem fazer greve geral só depois do Orçamento de Estado já estar aprovado basicamente, e depois do dia 27 de novembro.

    “Vamos parar tudo por 1 dia, amanhã voltamos a ser explorados”.

    “Melhores salários” sim, mas o capitalista continua com mais-valia. “Mais direitos” sim, mas faltou a parte de dar poder ao trabalhador e tirar o poder dos capitalistas.

    Dia 11 de dezembro, uma sexta-feira. Podiam ter escolhido véspera de Natal ou final do ano civil (já que é para ser para depois da aprovação do orçamento) que chamava mais a atenção, penso eu, e teria mais impacto.

    Depois é claro que têm pessoas que se abstém, vêm que não vai mudar o sistema e vão continuar na mesma.

    E ainda acabaram em grande, “A Internacional” seguido d‘“A Portuguesa”. A contradição.