Party & Dominant Ideology
Without communist consciousness, the revolution will reproduce a system that serves the dominant class.
Without communist consciousness, the revolution will reproduce a system that serves the dominant class.
O proletariado não tem nação.
Luta de classes: revolução.
Rearmamento e militarismo: esta é a Europa do capital, do europeísmo; um beco sem saída. Vamos unir os proletários de todo o mundo!
Entre os trabalhadores, ninguém é estrangeiro.
A nossa pátria é o mundo
inteiro.
Contra as guerras do capital: luta de classes internacional.
Jovens — ucranianos e russos, árabes e israelitas, etc., etc. —, larguem as armas e deem as mãos.
Contra a guerra: revolução.
Partidos fraudulentos, servos dos patrões.
Proletários em primeiro, sem
distinções.
Contra a opressão e o nacionalismo: luta de classes pelo comunismo.
Imigrante ou cidadão, pelo proletariado: tirem as mãos dos assalariados.
Raça, nação, religião: tudo falsa distinção.
3 de junho tem greve geral. É para reivindicar muito mais do que aquilo que a CGTP-IN reivindica.
Um pouco na mesma linha de pensamento sobre abril, maio não é para festejar se for para celebrar uma constituição e democracia burguesa.
Além disso, não é dia de defender a “paz” democrática, humanista e pacifista contra-revolucionária ao invés de, sim, ser contra a guerra burguesa, mas a favor da revolução que vai negar as classes (a burguesia e o proletariado), o valor de troca, os Estados.
Imagino que o tópico principal em Portugal vai ser o “pacote laboral”. Ele é para cair. Mas também é dia de lutar contra a Lei do Trabalho que já está em vigor, por exemplo. Da forma como já existe, está favor da classe dominante. Sei que pode ser complicado para quem defende a colaboração de classes, já que abolir a Lei do Trabalho é um ataque à vossa pequena-burguesia, parte do povo. Bom.
Crítica do 25 de Abril de 1974 e as suas celebrações a partir da luta de classes, da descolonização e da recomposição da ordem burguesa em Portugal.
O que realmente se celebra quando se celebra abril?
Sobre o verdadeiro significado do Dia Internacional das Mulheres Trabalhadoras: da greve iniciada pelas mulheres trabalhadoras de 1917 em São Petersburgo à luta internacionalista atual contra a guerra, o patriarcado e o capitalismo.
Uma análise do que levou à greve geral, mostrando que o ataque não vem só da burguesia portuguesa, mas sim dos imperialistas europeus.
Como classe precisamos de nos unir internacionalmente contra todos os imperialismos.