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Publicações – 16 de dezembro de 2025

  1. Debates Eleitorais 2026: Catarina Martins V.S. Luís Marques Mendes

    «É útil para o país se houver um entendimento.»

    O problema, Mendes, é que o país é um estado burguês, e se um entendimento é bom para o país, então não é bom para os trabalhadores.

    «Uma empresa são os acionistas, são gestores e são também os trabalhadores.»

    Uma empresa são só os trabalhadores, e nada os outros. As empresas não funcionaram quando os trabalhadores estavam em greve e não foram trabalhar, não foi?

    «Qual é a parte que vai para a empresa e qual é a parte que vai para os trabalhadores? É “50/50”? É “60/40”?»

    Gajo engraçado. E que tal tudo para quem trabalha? Já que vimos também durante a greve que as empresas não fazem dinheiro só por si, e que os trabalhadores geram 100% do dinheiro. Geram tudo, ficam com tudo!

    Mendes concorda com tudo o que está no pacote laboral. Não sabe o que mudava, por isso não mudava nada.

    Outra vez falar em estabilidade, mas a situação atual é má, e tem que melhorar. Mas Mendes já demonstrou que na realidade ele até quer piorar.

    Menciona a notícia que diz Portugal ser a economia do ano:

    «Não podemos ficar por aqui, […], precisamos de chegar os dados económicos até ao bolso das pessoas…»

    Olá camarada, gostei da “ambição”. A revolução é para quando então? Porque senão os “dados económicos” ficam todos no bolso do capital, o único que consegue ficar contente com essa notícia.

    «O país que não tenha estabilidade têm muito mais dificuldade em ter ambição, e quem perder quem não há estabilidade são normalmente os mais frágeis: são os trabalhadores, são os jovens, são os idosos, cidadãos com deficiências.»

    Não estava lá para ver, mas imagino que o PREC (instabilidade) deve ter sido o momento em que quem vivia em Portugal — especialmente os mais frágeis — tiveram mais ambição e que ganharam mais com essa instabilidade. Até à data de 25 de novembro de 1975 que Mendes celebra.

    Mendes espera que o Chega consiga cumprir a constituição no caso de fazer Governo. Iludido. Nem ele deve acreditar nessa possibilidade. Ou talvez até simpatize com o Chega.

    «A Europa tem que dar uma resposta.»

    A resposta: mais dinheiro no armamento e nas guerras. As pessoas que vivem na Ucrânia já foram derrotadas por todos os lados há muito tempo. Não importa nada para eles se a Europa ganha ou perde. Isso só importa para o imperialismo europeu.